quarta-feira, 29 de junho de 2011

Escolhas


Existem escolhas que têm o peso certo de uma Vida. Essas escolhas não devem ser condicionadas, limitadas, ou da responsabilidade de terceiros. São escolhas que devem têm de ser feitas na Primeira Pessoa.

]É por isso que, depois da conversa em que questionei ambas as hipóteses e, perguntaste no meio de muito alheamento, qual a minha opinião, respondi que não tinha o direito de a dar. Porque é uma decisão que só te cabe a ti. Respondeste que os Amigos são Amigos porque opinam sobre as suas decisõesporque querem o melhor. Continuei sem dar a minha opinião, porque sinceramente não a tenho. É muito complicado pesar as duas hipóteses. Não se mata um sonho, mas também não se condiciona um futuro. Posso não estar enquadrada na tua definição de amizade. Mas quero o melhor para ti, e o melhor para ti será sempre o que Tu escolheres. Mesmo que no dia a seguir mudes a tua escolha ou simplesmente a comeces a questionar. A minha definição de Amizade é diferente da tua. Desejo que o teu olhar vago e distante, de quem tem a sua vida nas mãos e não sabe para onde a vai levar, passe. Que escolhas um caminho. Um dos que equacionas neste momento ou qualquer outro. Porque sinceramente sou apenas tua Amiga e isso não me dá o direito de fazer juízos.]

leaf*

sábado, 25 de junho de 2011

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O que acabei de ler...

Comprei este livro por impulso. Estava num centro comercial, sozinha. Estava a 'fazer tempo' ia fazer exame e decidi parar para comer uma fatia de bolo de chocolate, mas antes entrei numa livraria, escolhi este livro por impulso.
Li as primeiras linhas. Deixei-o na minha mesa de cabeceira. Ficou por aqui no meio de tantos outros. De quando em vez voltava a ele, relia o que havia lido e esquecido. E voltava a fechá-lo a esquece-lo. A história repetia-se.
Não faz muitos dias peguei nele, assim do nada não pude parar de ler. É asfixiante e se é verdade que o coração não doí, pelo menos fisicamente, a minha alma sentiu-se diminuir à medida que fui percebendo, como o embotamento é um meio de fuga para a frente, daqueles em que fugir para a frente significa apenas ficar no mesmo lugar. Porque é tão certo como a certeza que o embotamento não resulta sempre. Não resulta nunca. Nunca.
Sem dúdiva o livro mais angustiante e brilhante que li nos últimos tempo.

leaf*

Dia da Poesia

Flores
É nestas flores, em particular, que
vejo desenhar-se uma linha que me leva
de mim a ti, passando sobre um campo
invisível, onde já não se ouvem
os pássaros, e onde o vento não faz cair
as folhas. Estamos em frente de um canteiro
puramente abstracto, e cada uma destas flores
nasceu das frases em que o amor se manifesta,
e do movimento dos dedos sobre a pele,
traçando um fio de horizonte
em que os meus olhos se perdem. Por isso estão
vivas, e alimentam-se da seiva
que bebem nos teus lábios, quando os abres,
e por instantes a vida inteira se resume
ao sorriso que neles se esboça.

Nuno Júdice


leaf*

sexta-feira, 24 de junho de 2011

quinta-feira, 23 de junho de 2011

V.

terça-feira, 21 de junho de 2011

É capaz de ser verdade.

O Villas Boas vai embora do Porto, o meu Pai diz:


'Com a organização que há no Porto, até um cabo de vassoura dá treinador."

leaf*

domingo, 19 de junho de 2011

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O que acabei de ler...


"Uma pessoa sabe sempre a verdade, essa outra verdade que é oculta pelas representações, pelas máscaras da vida"

]Polly consegui ler 'As Velas Ardem Até ao Fim' entes de ti?]



Fiquei a adorar as histórias da Ratázia.

leaf*

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Rio


Há momentos assim, em que rir é fácil e tudo é perfeito.

leaf*

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Assunção Cristas
Não, não é feminismo, e também não é um louvor às mulheres por assumirem posições de destaque. Não o é, porque tenho a igualdade como um direito há muito adquirido.

É apenas uma manifestação de apreço por alguém que me faz parar e ficar a ouvi-la. Alguém que luta pelo que acredita e que o defende.

Admiro esta Mulher, Assunção Cristas, e a maioria das vezes concordo com o que defende.



Acredito que teremos tempos difíceis mas que todos juntos conseguiremos fazer um Portugal Melhor.

Hoje Acredito. Amanhã não sei. Mas o amanhã ninguém sabe.


leaf*

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Parafusos Desapertados



Se podia escrever sobre um Amigo me ter ligado para o inscrever num jogo qualquer só porque era imperativo inscrever-se e estava a almoçar em frente ao Estádio do Dragão e não tinha como fazê-lo, podia mas vou apenas RIR enquanto me lembrar.

leaf*

quarta-feira, 15 de junho de 2011

terça-feira, 14 de junho de 2011

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Enriquecimento Social

De quando em vez(do tipo uma vez por ano), decido sair da minha bola de sabão e aceito contactar com o mundo que existe fora da minha zona de conforto. A maioria das vezes arrependo-me de ter saído da bola de sabão.

Pois que aceitei participar no jantar que se iria realizar no âmbito das festas populares. Até aqui tudo normal, cheguei à hora marcada, a conversa estava agradável...as pessoas estavam animadas e basicamente com aquelas pessoas sinto-me quase em casa.
Não fazia ideia de quem eram os outros participantes no jantar...mas duas horas depois, estando eu 'encarapitada' (gosto da expressão) numa cadeira no jardim, a ouvir música e a saborear um copo que continha qualquer coisa, os outros participantes do jantar chegaram.

Até aqui tudo normal, não fosse o facto de eu ser uma pessoa preconceituosa e vislumbrar um grupo de pessoas em cima de sapatos que eram capazes de me causar vertigens e vestidas como se fossem a uma qualquer festa dos Óscares. O grupo de pessoas dirige-se ao local em que estava, fazem as típicas apresentações, pois que nem Alevantei o rabo da cadeira. Limitei-me a acenar às moças e aos moços. Muito simpática que sou.

Ora que ficaram ali todos a conversar e a confratenizar e de quando em vez olhavam para mim, talvez escandalizados por eu não estar com indumentaria adequada a um jantar num jardim...

O jantar foi muito animado, fiquei a conhecer os apetites e gostos a nível sexual de aproximadamente 40% dos moços e moças mais apetecíveis da cidadezinha onde eles habitam, que só por acaso é a mesma onde eu habito. (De salientar que não faço a mais pequena ideia de quem era o povo visado na conversa.)
Este foi o tema sobre o qual girou a conversa.
Isso e regras de boas maneiras, do tipo é mesmo falta de educação estar agarrado ao telemóvel enquanto se janta...não fosse eu da laia dos participantes, ou seja burra, e iria pensar que a boca era para mim que passei o jantar a trocar sms's...

Depois de tamanho contacto com o mundo real e dado que informação a mais faz-me mal, vim embora. Aposto que ficaram todos com boa impressão minha. Mais ou menos igual, mas em sentido contrário da que eu fiquei deles.

leaf*

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