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quarta-feira, 17 de julho de 2013

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Já só falta um boacadinho assim.


Não dei pulos de alegria, mas quase!

Em Setembro só terei uma cadeira para fazer. Por minha vontade pegava hoje mesmo nos apontamentos para começar a estudar. Desconfio é que este entusiasmo seja passageiro.

leaf*

terça-feira, 30 de abril de 2013

Passei o sábado enfiada numa sala de estudo da instituição onde estudo. Até aqui nada de grave. Porcaria mesmo foi ter entrado na dita instituição, nove da manhã. O segurança não nos deixa entrar, quer ver os nossos cartões e que assinemos. EU NUNCA TIVE CARTÃO DAQUELA MERDA, era preciso ter uma conta na CGD e eu não estou para aí virada.

Conclusão, o segurança armado em parvo diz que não posso entrar...eu armada em MUITO MAIS PARVA, desato a chorar. E não, não respondi ao senhor. Não, não tive resposta. A minha colega de grupo é que respondeu. E eu ali a chorar, porque o estúpido do segurança estava armado em autoridade da merda e eu estou CANSADA demais.

Por fim, o segurança deixou-nos entrar e eu estive uma hora a pensar na vida e sem fazer nada até que as lágrimas cessassem.

leaf*

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

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No mundo da imaginação

Sabem aquelas pessoas (muitos de nós) que vivem a vida na imaginação e esquecem-se de a viver na realidade?

Encontro-me com os mesmos sintomas. De momento passo grande parte do meu dia a trabalhar mentalmente na minha empresa imaginária.

leaf*

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

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Ironia

Auditoria tem como objetivo credibilizar a informação. Então porque raio é que, a minha professora de auditoria não aplicou os conhecimentos dos procedimentos de auditoria quando elaborou o teste e, apresentou o dito com dois erros gigantes?

Deve ser adepta da velha máxima: - faz o que eu digo, não faças o que eu faço.

leaf*

quinta-feira, 12 de julho de 2012

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Intervalo

Existem dias em que é complicado e, apetece mandar tudo 'pró alto' e ficar em silêncio só comigo. Existem dias em que me custa acordar, custa-me trabalhar, custa-me estar atenta a ouvir os professores e faço um esforço enorme para conduzir até casa de olhos abertos. Nesses dias chego a casa e  o que faço é beber uma caneca de leite frio e ir dormir. Nesses dias não sou de todo fácil de aturar, respondo torto, faço birras. Existem dias que nem eu me aguento.

Onde me encontro neste exacto momento, enquanto peso tudo concluo que o lado bom pesa mais. Entre Setembro e Julho, fiz oito cadeiras com notas miseráveis é certo, mas estão feitas.

Vou recomeçar a estudar um dia destes, o objectivo é fazer as duas cadeiras que me faltam em Setembro e não deixar nenhuma. O objectivo.

Seria muito mais difícil se não tivesse a ajuda e o apoio de quem me quer bem. Seria muito mais difícil se depois de cada exame não sentisse as minhas pessoas muito mais confiantes num possível bom resultado que eu.

Porque quem vai à luta não desiste a meio, até Setembro tenho a obrigação de pelo menos esforçar-me para cumprir O objectivo.

leaf* 

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Pensava que coisas destas não aconteciam...

...mas acontecem.

E ontem vi um professor universitário a anular um teste constituído por três grupos. Dois dos três grupos continham erros que impossibilitavam a resolução.

Isto é brincar connosco que além de estudar, trabalhamos.

Agora é esperar pela marcação do teste de substituição que segundo o professor, será num sábado...o que eu digo é ide TODOS...

leaf*

sábado, 17 de março de 2012

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Estudos

Há dois tipos de trabalhos: aqueles que fazemos obrigadas e não tiramos frutos e há os que realmente pesam na nossa agenda, na nossa vida, nas nossas prioridades, mas que no final nos orgulhamos do resultado e vemos que de facto aprendemos.

Sinto que estou mesmo a aprender, que estou a ver aquilo que gosto e aquilo que não gosto. Mas também estou a aprender a gostar de certas coisas. Pela primeira vez, e já lá vai um ano e meio, sinto que realmente estou a saber mais, que estou a ter uma formação integrada e completa.

quinta-feira, 1 de março de 2012

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Estatuto

estatuto
(latim tardio *statutum)
s. m.
s. m.
1. Decreto, lei.
2. Regra ou norma de funcionamento. = REGULAMENTO
3. Condição ou situação de uma pessoa ou entidade.


O estatuto a que algumas pessoas se elevam sempre me fez confusão, vai daí e munida de variados preconceitos, a palavra em causa sempre me fez muita um pouco de confusão.

Mas como nada é imutável: ontem fiquei feliz ao saber que (apesar do atraso na entrega dos papeis) me tinham concedido o estatuto: trabalhador/estudante. Nunca a palavra estatuto me soou tão bem quanto ontem.

leaf*

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

sábado, 12 de novembro de 2011

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Actualização da lista de prioridades

Os sonhos vão e voltam. Mas do que falo não sei bem sonhos, são mais estados que libertam o nosso espírito e que nos proporcionam imensa alegria a fazê-los. Escrever é um deles, mas não é uma escrita delineada por muros, por uma cerca que não permite extravasamentos. Gosto de aparvalhar, gosto de jogar com as palavras, gosto de transpor um pouco de mim nas palavras e já não fazia isso, de uma forma empenhada, há muito. Até há pouco tempo. E o bichinho voltou. E estou feliz mas ciente que isso em nada vai alterar as minhas decisões. Há coisas das quais temos de actualizar as nossas preferências e aquilo já não é sem dúvida uma opção!

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

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Mundo

Podemos parar de sonhar com um mundo onde as pessoas agem. Podemos parar de sonhar com um mundo em que as pessoas se revoltam para além da máscara das redes sociais. Podemos parar de sonhar com um mundo de direitos, porque vivemos todos numa ditatura democrática. Podemos parar de sonhar com liberdade, com igualdade, com justiça. Podemos parar de sonhar com um mundo em que a classa baixa tem voz. O tempo de sonhar, que talvez a sua época de ouro remonte à dácada de 60, já passou.

É no Minho, é em Portugal, é no Mundo.

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Conversas que nunca deviam ter acontecido.

Fazendo o ponto da Situação:

Não sou a pessoa mais sociável do mundo. Faço questão de passar despercebida nas minhas aulas nocturnas.

Existe por lá uma Jovem que só se dá com pessoal inteligente ou que tira boas notas. Ou seja a Jovem é uma interesseira da pior espécie.

Por causa de um mau momento meu, a jovem ficou a saber que por acaso não vou às aulas só fazer corpo presente.

Conclusão, na aula seguinte falou comigo e tratou-me pelo nome.

Espanto. Um ano e alguns meses depois dirige-me a palavra e sabe o meu nome. Mas ontem o meu espanto foi maior.

Chego à porta da sala de aula estava toda a gente na conversa...disse boa noite e para não ter que seleccionar um grupo de conversa e até porque não quero encostei-me à parede...eis se não quando a tal Jovem [daqui para a frente designada por J], chama-me e segue-se o seguinte diálogo surreal...

J - leaf* chega aqui por amor de Deus.
leaf* - se é por amor de Deus não vou... (isto dito com ar sério e com cara de poucos amigos, não gosto de gente interesseira, que hei-de fazer!)
J - A sério chega aqui, por favor.
...a contra gosto lá me desloquei...
J - Estás a perceber desta cadeira?
leaf* - Sim estou...é fácil.
J - E percebes para explicar?
leaf* - Não. Não sei explicar nada. ( ei lá uma pequena mentirinha)
J - Mas posso sentar-me à tua beira na aula?
leaf* - podes mas eu não sei explicar nada de nada. (neste ponto começava a ter pensamentos maus. As salas tem cadeiras, os lugares não são marcados, tipo pode sentar-se onde quiser desde que os lugares estejam vagos. Não precisa pedir.)

Entretanto a professora chega. Escolho o meu lugar. Sento-me. A J senta-se ao meu lado. O Sr. A senta-se do outro lado. Viro-me para o Sr. A e digo: Esta a jogar o Benfica e eu aqui...quero ir embora.
A J olha pra mim com ar de espanto e troca de lugar. Tenho para mim que ficou com maus pensamentos a meu respeito.

leaf*




quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Uma forma fácil de conquistar a minha atenção.


Ontem passava das 22h quando o meu professor de AF fez com que a minha atenção se prende-se ao que estava a dizer. E o porquê de ter ficado presa é simples, bastou a frase que passo a citar:

"Os números a nós tem de nos dizer coisas."

É tão verdade.

Ontem fez exactamente uma semana que voltei à loucura que é trabalhar de dia e ir para as aulas ao fim do dia, estou cansada. Tenho sono. Mas estou a adorar cada uma das 4 cadeiras às quais vou às aulas. As outras 2 ficam para uma próxima. Ainda não me consigo desdobrar e fazer mais do que uma coisa de cada vez.


"Os números a nós tem de nos dizer coisas."


leaf*

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

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Nunca se devem fazer planos porque...

...nunca se cumprem.

O objectivo para estas férias era estudar porque a época especial de Setembro está a aproximar-se e porque a trabalhar o tempo que sobra para estudar é muito menor.

As férias começaram. Na primeira manhã acordei cedo, dediquei-me ao estudo com afinco. O problema é que não voltei a repetir o feito.

leaf*

quinta-feira, 7 de julho de 2011

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'O que há em mim é sobretudo cansaço...'

Ontem perguntavam-me como está a correr o estudo. Respondi se não tinha assunto mais divertido para falar. Disse que estava ansiosa que chegasse o dia do ultimo exame. Acrescentaram que estou ansiosa para que termine, e por saber os resultados. Respondi que não, que os resultados não me interessam. Ou melhor os resultados interessam, mas no ponto de ruptura que estou, quero apenas que acabem os exames. Porque não me apetece estudar, porque estudo e fica muito pouca informação retida. Esta é a verdade. Portanto o que está feito, está. Das 11 cadeiras que tinha, 8 estão feitas (2 foram feitas na secretaria, deram-me equivalencias). O resto fica para Setembro. Porque preciso desesperadamente de férias. De acordar de manhã e não ter nada para fazer além de não fazer nada. Preciso urgentemente de meias-férias. Daquelas em que acordo de manhã, tenho um dia de trabalho normal e depois não tenho aulas, não tenho que estudar, não tenho que fazer trabalhos, não tenho sequer que pensar que devia estudar. Preciso de uns dias assim. Para que me apeteça de novo estudar. Para que volte a apetecer-me abrir os livros e estudar. Só preciso de uns dias. Depois volto a estudar. Estudo para a época especial de Setembro. Faço duas cadeiras e deixo uma para o próximo ano. Mas por agora não dá. Nem sequer me apetece estudar para o ultimo exame. Estudo por obrigação. Leio de forma contrariada.  Vou fazer exame com a certeza que vou ter uma nota de merda. Vou ao exame com o que sei, com o que li, com as pontes para o que faço.

leaf*

sábado, 30 de abril de 2011

Não existe nada mais contraditório do que fazer trabalhos de grupo sozinha. Mas o que gosto nos trabalhos de grupo é mesmo isso: o poder fazê-los sozinha e mostrar orgulhosamente o resultado aos outros elementos do grupo. Ou até ir tirar dúvidas ao professor e o outro elemento do grupo dizer com um sorriso, 'ah e tal andamos a divagar um pouco e não sabemos se é isto que pretende', e eu contrapor e dizer 'por acaso sou da opinião que não divagamos nada e que está um projecto de trabalho bom'...é que não tenho dúvidas quanto à qualidade do que faço, mas é compreensivel que os outros tenham dúvidas. Ainda para mais se não se sentirem à vontade com o trabalho feito, pois não participaram muito activamente na sua elaboração.
E agora que já escrevi sobre o meu trabalho de grupo [individual], vou fazer com que ele deixe de ser um projecto e se torne na versão final para entregar.

leaf*

quarta-feira, 13 de abril de 2011

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Das morais

Segunda comprei um furador nos chineses e hoje já não trabalha. Conclusão a tirar?

quinta-feira, 31 de março de 2011

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Que se lixe...sempre preferi avaliação final.

Sou velha o suficiente para me conhecer bem.
Sei que penso melhor de manhã, quando tenho ainda a cabeça vazia de pensamentos que me distraem.
Sei que estou mais bem disposta de manhã.
O passar do dia torna-me rabugenta e mal humorada. A verdade é que se fosse sempre de manhã seria um doce de pessoa.

Ontem e porque estudar à noite significa isso mesmo, fui fazer exame depois das 18h.
A primeira parte do exame eram perguntas de verdadeiro ou falso, relativas a um texto em que havia um enorme conjunto de pessoas e empresas que estabeleciam as mais variadas relações comerciais e não comerciais entre si. A meio do texto perdi-me nos nomes das pessoas, olhei para os Códigos onde poderia encontrar os artigos que regulavam as mais variadas relações e pensava 'fogo mas afinal quem é o Sr. Urbano e o que têm ele a ver com o Sr. Vitorino', voltei a ler o texto e quando voltei a procurar nos Códigos já não sabia que acto de comércio queria encontrar.

Conclusão, optei por uma coisa muito inteligente. Colocar um V ou um F conforme a minha intuição me indicasse. Muito inteligente da minha parte diga-se. Dessa forma, caminhei a passos largos para a segunda parte, de desenvolvimento onde consegui entender que se tratava de um trespasse e percebi à primeira o objecto do trespasse, quem era o trespassário e quem era o trespassante e mais umas quantas pessoas com ligações ao negócio, respondi às perguntas e vim embora. Antes 1h da hora de terminar o exame.

Ganhei tempo a colocar os V ou F sem pensar. Tenho para mim, que vou ganhar também uma nota inferior a 10 no exame. 

leaf*

terça-feira, 29 de março de 2011

Meninas

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