A capacidade de olhar é muito subjectiva e, acho que olhamos não consoante vemos mas consoante nos sentimos.
Por partes; se olhar fosse objectivo veriamos todos de igual forma. Então uma cadeira seria sempre uma cadeira, o que não sucede pois é admirável a quantidade de coisas diferentes que cada um de nós vê quando olha para a dita cadeira...
E depois nesta subjectividade que é olhar ainda teremos que acrescentar o facto de que tudo depende como nos sentimos. Vou dar um exemplo prático, um menino de quatro anos pergunta ao pai o que é empatar um jogo, o pai responde que é quando ninguém ganha, e o menino pensa e responde então é quando ganham os dois. Eu diria que este menino vê com os olhos de quem é feliz e se sente bem...
No extremo oposto do sentir estão pessoas que se sentem tão pequeninas que quando vêm se comparam e mais comparam-se com caracteristicas em que supostamente ganham a batalha, então ouço sorrio e calo porque há pessoas pequenas e depois há pessoas grandes para as quais aos meus olhos é impensavel comparar.
leaf*
Mostrar mensagens com a etiqueta tretas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta tretas. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 3 de junho de 2014
terça-feira, 17 de setembro de 2013
terça-feira, 30 de julho de 2013
Muito se tem falado sobre os guarda-chuvas que cobrem as principais artérias do centro histórico de Águeda.
Este domingo passeei por lá. Está lindo e ver tantos guarda-chuvas coloridos é um regalo para os olhos. Gosto de saber que também existem boas ideias aqui no nosso distrito a merecer destaque na impressa internacional.
leaf*
domingo, 28 de julho de 2013
terça-feira, 30 de abril de 2013
Passei o sábado enfiada numa sala de estudo da instituição onde estudo. Até aqui nada de grave. Porcaria mesmo foi ter entrado na dita instituição, nove da manhã. O segurança não nos deixa entrar, quer ver os nossos cartões e que assinemos. EU NUNCA TIVE CARTÃO DAQUELA MERDA, era preciso ter uma conta na CGD e eu não estou para aí virada.
Conclusão, o segurança armado em parvo diz que não posso entrar...eu armada em MUITO MAIS PARVA, desato a chorar. E não, não respondi ao senhor. Não, não tive resposta. A minha colega de grupo é que respondeu. E eu ali a chorar, porque o estúpido do segurança estava armado em autoridade da merda e eu estou CANSADA demais.
Por fim, o segurança deixou-nos entrar e eu estive uma hora a pensar na vida e sem fazer nada até que as lágrimas cessassem.
leaf*
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Auditoria tem como objetivo credibilizar a informação. Então porque raio é que, a minha professora de auditoria não aplicou os conhecimentos dos procedimentos de auditoria quando elaborou o teste e, apresentou o dito com dois erros gigantes?
Deve ser adepta da velha máxima: - faz o que eu digo, não faças o que eu faço.
leaf*
domingo, 14 de outubro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Vamos ter uma conversa de pé de orelha.
Vamos devagarinho. O país está em crise e a maioria de nós faz contas pra viver. Contas essas que vão ficar mais complicadas depois da entrada em vigor das anunciadas novas medidas de austeridade. Sendo assim pergunto-me:
- não podiam ter reunido em Belém? Oh, claro que não que a casa não é vossa.
- não podiam ter reunido numa das salas da Assembleia? Oh, obviamente que não pois aquele lugar é frio.
- não podiam ter reunido numa das sedes dos referidos partidos? Oh, não teria graça nenhuma.
- (...)
Na verdade nada melhor que ostentar riqueza e reunir no hotel Tivoli.
O acto em si é pouco relevante. O que é relevante é esta capacidade de gastar a pensar que o dinheiro não sai dos bolsos de quem ainda tem trabalho e ganha o salário mínimo nacional ou pouco mais. Na qualidade de dona de tudo isto esta falta de respeito revolta-me.
Revolta-me a atitude em si e, se algum dos presentes na reunião vier cá responder-me que o hotel ofereceu a dita sala para a dita reunião, vou dizer-lhe para enfiar a informação no cú. O que me revolta é o gesto, o custo é-me irrelevante.
leaf*
segunda-feira, 11 de junho de 2012
...li esta revista.
Andava intrigada pelo muito que ouvia falar da pouca vergonha, da Playboy Portuguesa ter como estratégia meninas escandalosamente vestidas. Ontem estive algum tempo a ler a dita revista e tenho a dizer que é bem interessante. Gostei de ler, não tem meninas integralmente despidas?!?! E depois? Tem artigos interessantes.
leaf*
sexta-feira, 8 de junho de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
Ontem saí das aulas cansada. A aula custou a passar e eram apenas duas horas das 20 às 22h.
A aula acaba apresso o passo e vou ter com o meu carro, com vontade de fazer o caminho pra casa bem rápido para ter um encontro do tipo quente com a minha cama. Nada mais justo.
Chegada ao carro, abro a mala para procurar as chaves coisa que por norma demora algum tempo, mas costuma resultar. Costuma. Procuro e nada. Abano a mala e nada. Tiro tudo da mala e coloco em cima do passeio nada. Coloco tudo lá para dentro novamente. Aparece um colega de curso e convence-me a procurar melhor. Despejo tudo novamente para os braços do colega e nada. Decidimos voltar para ver se a tinha deixado na sala. Subo ao primeiro andar onde inicialmente tinha estado e nada. O colega vai ver à sala onde tivemos aula e nada. Dirigimo-nos ao Sr. Segurança e pergunto se alguém lhe tinha entregado uma chave de um carro:
- Tem sorte, um rapaz veio entregar-me uma coisa mesmo bonita com umas chaves. - diz o senhor
- Sim é o meu porta-chaves muito piroso...respondi eu
- Não estou a falar daquele enfeite cor de rosa, estou mesmo a falar do porta-chaves pequenino do Benfica. - continua o Senhor Segurança
O Benfica a fazer história e a provocar sorrisos desde 1904.
leaf*
quinta-feira, 1 de março de 2012
estatuto
(latim tardio *statutum)
s. m. s. m.
(latim tardio *statutum)
1. Decreto, lei.
2. Regra ou norma de funcionamento. = REGULAMENTO
3. Condição ou situação de uma pessoa ou entidade.
O estatuto a que algumas pessoas se elevam sempre me fez confusão, vai daí e munida de variados preconceitos, a palavra em causa sempre me fez muita um pouco de confusão.
Mas como nada é imutável: ontem fiquei feliz ao saber que (apesar do atraso na entrega dos papeis) me tinham concedido o estatuto: trabalhador/estudante. Nunca a palavra estatuto me soou tão bem quanto ontem.
leaf*
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
O cansaço embalei-o todo ontem. De modos que é assim: acordei cedo, depois de dormir 4horas e, passei o dia a embalar o cansaço. Não tirei o pijama, nem sequer me penteei. Passei o dia com uma única preocupação descansar. Na realidade acordei com entusiasmo para estudar mas, demorei 10minutos a perceber que não iria resultar. Se não iria render e o saldo final seria negativo porque: nem saberia mais matéria nem teria descansado nada, resolvi ser prática e deixar o estudo.
A partir desta brilhante constatação passei o domingo a dormitar, só fiz um intervalo para ver um filme.
E hoje o que há em mim é sobretudo...alegria; porque o cansaço embalei-o tão bem que está adormecido.
leaf*
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Estou um pouco chateada. Porque será que as alminhas da Lusomundo não estão a passar este filme nos cinemas perto de mim ?
Porto e Coimbra são perto, são sim senhor. Mas não são aqui. Estou de greve ao cinema enquanto não me fizerem a vontade. Claro que se não me fizerem a vontade tenho opiniões voláteis o suficiente para pôr fim à greve iniciada.
leaf*
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Todas as manhãs às 9h00min o despertador do meu telemóvel funciona. Se tivesse que acordar às 9h00min eu agradecia mas não é esse o caso. A essa hora à muito que estou de pé.
Um dia tive a infeliz ideia de colocar essa lembrança no telemóvel porque no domingo de manhã ia passar na rtp2 dois filmes que queria muito ver. O certo é que esse acontecimento relevante já foi à uns meses atrás e o despertador continua invariavelmente a funcionar às 9h00min. Já apaguei essa indicação. Agora não encontro esse registo em lado nenhum e não sei como resolver a situação.
Todas as manhãs às 9h00min tenho uma vontade gigante de 'matar' o telemóvel. Sei que deve existir uma maneira mais fácil de solucionar o problema mas, a tecnologia e eu não temos uma relação fácil. Com isto a acontecer todas as manhãs penso até que a nossa relação está a tornar-se impossível.
leaf*
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Fazendo o ponto da Situação:
Não sou a pessoa mais sociável do mundo. Faço questão de passar despercebida nas minhas aulas nocturnas.
Existe por lá uma Jovem que só se dá com pessoal inteligente ou que tira boas notas. Ou seja a Jovem é uma interesseira da pior espécie.
Por causa de um mau momento meu, a jovem ficou a saber que por acaso não vou às aulas só fazer corpo presente.
Conclusão, na aula seguinte falou comigo e tratou-me pelo nome.
Espanto. Um ano e alguns meses depois dirige-me a palavra e sabe o meu nome. Mas ontem o meu espanto foi maior.
Chego à porta da sala de aula estava toda a gente na conversa...disse boa noite e para não ter que seleccionar um grupo de conversa e até porque não quero encostei-me à parede...eis se não quando a tal Jovem [daqui para a frente designada por J], chama-me e segue-se o seguinte diálogo surreal...
J - leaf* chega aqui por amor de Deus.
leaf* - se é por amor de Deus não vou... (isto dito com ar sério e com cara de poucos amigos, não gosto de gente interesseira, que hei-de fazer!)
J - A sério chega aqui, por favor.
...a contra gosto lá me desloquei...
J - Estás a perceber desta cadeira?
leaf* - Sim estou...é fácil.
J - E percebes para explicar?
leaf* - Não. Não sei explicar nada. ( ei lá uma pequena mentirinha)
J - Mas posso sentar-me à tua beira na aula?
leaf* - podes mas eu não sei explicar nada de nada. (neste ponto começava a ter pensamentos maus. As salas tem cadeiras, os lugares não são marcados, tipo pode sentar-se onde quiser desde que os lugares estejam vagos. Não precisa pedir.)
Entretanto a professora chega. Escolho o meu lugar. Sento-me. A J senta-se ao meu lado. O Sr. A senta-se do outro lado. Viro-me para o Sr. A e digo: Esta a jogar o Benfica e eu aqui...quero ir embora.
A J olha pra mim com ar de espanto e troca de lugar. Tenho para mim que ficou com maus pensamentos a meu respeito.
leaf*
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
O parlamento da Eslováquia não aprovou o alargamento do Fundo Europeu de Estabilização Financeira. Um resultado que, segundo o «Financial Times», levou Pedro Passos Coelho a telefonar à primeira-ministra da Eslováquia para lhe dizer que o impasse em Bratislava lhe estava a provocar «um ataque de coração». (Daqui)
Sei que o caso é grave e não é de brincadeiras, mas achei tão fofo o nosso Primeiro telefonar à sua homologa da Eslováquia para lhe falar do mal que lhe faz ao coração.
leaf*
Subscrever:
Mensagens (Atom)


