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sábado, 17 de março de 2012

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Estudos

Há dois tipos de trabalhos: aqueles que fazemos obrigadas e não tiramos frutos e há os que realmente pesam na nossa agenda, na nossa vida, nas nossas prioridades, mas que no final nos orgulhamos do resultado e vemos que de facto aprendemos.

Sinto que estou mesmo a aprender, que estou a ver aquilo que gosto e aquilo que não gosto. Mas também estou a aprender a gostar de certas coisas. Pela primeira vez, e já lá vai um ano e meio, sinto que realmente estou a saber mais, que estou a ter uma formação integrada e completa.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

sábado, 12 de novembro de 2011

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Actualização da lista de prioridades

Os sonhos vão e voltam. Mas do que falo não sei bem sonhos, são mais estados que libertam o nosso espírito e que nos proporcionam imensa alegria a fazê-los. Escrever é um deles, mas não é uma escrita delineada por muros, por uma cerca que não permite extravasamentos. Gosto de aparvalhar, gosto de jogar com as palavras, gosto de transpor um pouco de mim nas palavras e já não fazia isso, de uma forma empenhada, há muito. Até há pouco tempo. E o bichinho voltou. E estou feliz mas ciente que isso em nada vai alterar as minhas decisões. Há coisas das quais temos de actualizar as nossas preferências e aquilo já não é sem dúvida uma opção!

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

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Mundo

Podemos parar de sonhar com um mundo onde as pessoas agem. Podemos parar de sonhar com um mundo em que as pessoas se revoltam para além da máscara das redes sociais. Podemos parar de sonhar com um mundo de direitos, porque vivemos todos numa ditatura democrática. Podemos parar de sonhar com liberdade, com igualdade, com justiça. Podemos parar de sonhar com um mundo em que a classa baixa tem voz. O tempo de sonhar, que talvez a sua época de ouro remonte à dácada de 60, já passou.

É no Minho, é em Portugal, é no Mundo.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

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Das indecisões

Sou uma pessoa relativamente indecisa. Muito. Algumas vezes. Na maior parte delas. É estranho para mim tomar decisões porque, até uma certa idade, tínhamos pessoas que nos vestiam, nos penteavam ou escolhiam a roupa para nós. Não que o meu problema seja escolher a minha própria roupa, porque já o faço há bastantes anos e até agora não me dei mal. Mas até há uns tempos, não tinha de decidir o que fazer para almoço e jantar. Não tinha de ir ao supermercado e ficar 5 minutos a olhar para um produto da Knor e outro de marca branca a ponderar qual o melhor. Não gosto de indecisões, mas na verdade não lido bem com o peso de tomar decisões.

Meninas

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