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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

terça-feira, 18 de março de 2014

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29/03



One of my friends believes in what she reads
And she's always talking about the end of the century
But listen, have you ever stopped to realise
That if it happened there would be no one to feel alone?
No pain at all...

domingo, 7 de outubro de 2012

Barra da Tijuca

 
A descoberta de hoje. Era bem capaz de me encantar por esta letra todos os dias. Dia após dia.
 
 
leaf*

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

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Paladar...

Não tenho um paladar requintado.

Na verdade, o meu paladar é bem simples, humilde e modesto. Estou habituada e gosto de comer peixe cozido e sopa. Comida confecionada de forma simples; sempre sem grandes condimentos, sem grandes invenções e misturas.

Vai daí, inspirada por um qualquer espírito inovador decido experimentar um bife com não sei quê e queijo de cabra. "Mas tens a certeza que queres comer isso? Tens mesmo a certeza? Isso é demasiado forte para ti...Tens a certeza?" e claro que certezas não me faltam portanto tinha a certeza.

Conclusão: cada vez que cortava um pouco do bife sentia uma espécie de repulsa pela comida que tinha à minha frente. É que nem as batatas fritas se safavam pois estavam impregnadas daquele molho.

De qualquer forma para balancear com a comida que deixei no prato, o jantar foi delicioso estava a passar em fundo cantigas da Ana Moura...e encheu-me a alma. Consigo parar em alguns versos e ficar só a Admirar.

leaf*

terça-feira, 17 de julho de 2012

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Ídolos

O jornal Público, edição online, nas últimas três semanas, têm vindo a apresentar peças sobre todos os vencedores dos Ídolos até à data. Já foram entrevistados Nuno Norte, Sérgio Lucas e Filipe Pinto e todas as peças pretendem entender como a experiência Ídolos marcou e mudou as suas vidas.
São textos muito interessantes para se ler e para se perceber que afinal, programas de "caça-talentos" nada mais servem do que para criar ilusões. O público, esse é sabido que, passado o frenesim, se esquece dos concorrentes e de todo o seu valor. Aliás, desde que soube que o Filipe Pinto vai lançar o seu primeiro álbum ainda neste Verão, fiquei expectante para saber qual irá ser a sua recepção.
Porém, é do candidato que ontem foi expulso que quero falar. João Seilá foi, ao longo de todas as galas, o concorrente que se mostrou mais completo: para cantar não basta ter voz (a voz dele não é, sem dúvida, a melhor de todos os candidatos), é necessário carisma, personalidade, atitude, à vontade e, muito importante, humildade.
De todos os 14 finalistas desta quinta edição, tenho a certeza que esse será o que mais rapidamente triunfará na música portuguesa, porque talento não lhe falta. Não consigo não postar aqui duas músicas incríveis: uma, apresentada numa das galas, em que o João vira do avesso a Amanhã de Manhã das Doce. A outra, é um original, que parece ter sido produzida antes dos Ídolos e que, para mim, só mostra um futuro promissor.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

quarta-feira, 4 de julho de 2012

quinta-feira, 24 de maio de 2012

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Nostalgias

Este ano não vamos ao Optimus Alive, não por razões financeiras mas pelo cartaz. Estou com uma certa nostalgia porque já faz parte de uma rotina; já há dois anos consecutivos que íamos ao Parque Marítimo de Algés, que ficávamos hospedados na mesma casa, que compartilhávamos 4 dias intensos e, em certa parte, loucos. 
No primeiro ano, assistimos, provavelmente, ao conjunto de melhores concertos possíveis, bandas que nunca pensei em ver ao vivo, como Alice in Chains (vénia), Faith no More (vénia), Deftones (vénia), Pearl Jam (grande vénia), ou bandas que nunca pensei em gostar, como Skunk Anansie. Nesse mesmo ano conhecemos familiares que só ouvira de nome que me fascinaram na primeira instância, e que nos acolheram com o maior dos carinhos e diversões tanto nas suas casas como nos seus corações.
No ano passado, fomos apenas um dia, mas o que passei naquele recinto é indescritível, tanto pelas recordações positivas como negativas. É inexplicável o sentimento de ver entrar no palco os Foo Fighters e, consequentemente, o artista que mais admiramos, sentir que aquele momento é tão real que quase parece irreal. Aquele momento em que ia chorando de emoção, de felicidade, de êxtase. Esse mesmo momento também em que levei um olhar mortífero do jovem V. e tive de me recompor. Contudo não consigo deixar de expressão muita insatisfação ao pensar na dor de barriga que me deu em pleno concerto, e no facto de a minha vontade ser que o concerto acabasse o mais rápido para poder ir para casa.
Este ano não há Alive, não por nós, mas pelas bandas confirmadas. Tudo já fazia parte de uma rotina, o ir para Lisboa de carro, o instalados naquela casa, aquelas comidas tão deliciosas, o espírito alaranjado do Alive, tudo. Para o ano espero mesmo lá voltar, mas enquanto isso, lá terei de o substituir pelo Marés Vivas!

terça-feira, 22 de maio de 2012

domingo, 6 de maio de 2012

domingo, 22 de abril de 2012

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Nirvana

Nirvana foi a primeira banda de que gostei e ainda hoje é a banda. Sim, Nirvana. Lembro do meu irmão estar sempre a ouvir qualquer coisa, até que um dia me aproximei dele, escutei uns segundos e disse "fogo, isto é mesmo o teu estilo, o gajo não sabe cantar." "Não sabe cantar?! Isto é Nirvana!" Pois, ele teve razão na resposta.
Sei que nos tempos seguintes apenas ouvia o Nirvana de 2002, e nesse álbum se calhar encontra-se a razão da minha veneração pela banda. Essa música, apenas tocada no Unplugged, Kurt canta-a por completo de olhos fechados e cabeça baixa, excepto por um segundo. Nesse segundo, quase no fim, ele levanta a cabeça, abre os seus olhos azuis, suspira e só depois volta à sua posição para acabar a frase. Esse é o momento em que ele desiste da própria luta, em que dá resposta à sua pergunta e se resigna, suspirando.
É, de certo, aquele segundo que me arrepia sempre e é também aquele que diz tudo sobre a banda.

sábado, 7 de abril de 2012

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O crime da música

É engraçado admirarmos uma pessoa mas nunca sabermos o porquê dessa admiração. Depois, quando descobrimos que essa pessoa não participa/participou em um, mas sim em dois projectos magníficos, conseguimos perceber um pouco o tal porquê.


Ao músico Steve Van Zandt ou mafioso Silvio Dante.


quarta-feira, 28 de março de 2012

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O poder da música:

"I don't mind stealing bread
From the mouths of decadence
But I can't feed on the powerless
When my cup's already overfilled"
 
Temple of the Dog - Hunger Strike

quinta-feira, 22 de março de 2012

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leaf,

É verdade quando dizem que não damos com o tempo passar. Mas ela passa, qual menina na calçada, apressada no passo, indiferente a todos nós.
E esta é para Ti, priminha. Esta música faz-me lembrar de ti, porque a ouvi contigo e via o videoclip contigo. E sim, já lá vão 10 anos.

segunda-feira, 5 de março de 2012

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Enamoramento

Ouvi duas vezes a canção Telepatia numa versão do Paulo Praça na rádio Comercial. Fiquei completamente enamorada pela forma como as palavras são ditas e saboreadas. Pesquisei sobre a versão e descobri que foi feita de propósito para a Caderneta de Cromos.

E eis-me completamente enamorada.

leaf*

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Música

Nós somos o que ouvimos. Não piores ou melhores ou piores por ouvirmos isto ou aquilo, mas simplesmente somos o que ouvimos. E somos o porquê de as ouvirmos.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

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Do meu rádio...

Comecei por ser ouvinte assídua do café da manhã da RFM.



Entretanto o meu coração mudou e agora palpita entre as manhãs da Comercial e,




as conversas de raparigas da Antena 3.



Obrigada à Rádio por me fazer companhia enquanto conduzo. Obrigada aos Senhores da Rádio.

leaf*

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

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...


A próxima vez que a gente se encontrar
Eu vou te dar um beijo, sem pensar, calado
A próxima vez que a gente se beijar
Eu vou querer o mundo com você, do lado

leaf*

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

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Alive

"A história original [da música Alive] fala-nos de um jovem rapaz que encara uma verdade chocante. O homem que ele acreditava ser o seu pai não o era, e para além disto, o seu pai verdadeiro tinha morrido alguns anos antes. Eu sei isto porque eu conhecia o rapaz. Eu sei, o rapaz era eu, mas eu mal me conhecia."
Eddie Vedder

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