domingo, 21 de agosto de 2011

Um dia depois.


Apesar de desconhecer o verdadeiro Calimero e, ter sido toda a minha vida sugestionada por uma versão [pouco ortodoxa] do Calimero e da Abelha Maia. Versão essa que sempre me fez pensar que o Calimero seria um Abelhão.
Uma vida inteira enganada, para vir a descobrir da melhor maneira possível que o Calimero é um pintainho preto muito fofinho.

Obrigada Sempre. Obrigada muito.
Gosto muito de ti, desde sempre.


leaf*

sábado, 20 de agosto de 2011

20 de Agosto

Estou há algum tempo com este separador aberto, em stand by, com frases soltas a passar-me na cabeça. Poderia postar um poema, sim. Uma música, também. Poderia ir recuperar um post antigo, seria uma hipótese. Poderia igualmente fazer um discurso épico, uma epopeia de grande momentos, uma transcendente ode.
Mas há palavras que não conseguem englobar todos os obrigados, todos os pedidos de desculpa, todos os sorrisos e caras feias. Simplesmente Gosto Muito de Ti, leaf, a Má.

Parabéns, muitos!

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

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Simplicidade

" Fulano aleijou-se no dedo lindinho"..."partiu o dedo lindinho numa queda de bicicleta"..."anda a fazer fisioterapia no dedo lindinho"...

A nossa Avó é a Avó mais ternurenta do mundo, do nosso mundo.


leaf*

domingo, 14 de agosto de 2011

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

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Nunca se devem fazer planos porque...

...nunca se cumprem.

O objectivo para estas férias era estudar porque a época especial de Setembro está a aproximar-se e porque a trabalhar o tempo que sobra para estudar é muito menor.

As férias começaram. Na primeira manhã acordei cedo, dediquei-me ao estudo com afinco. O problema é que não voltei a repetir o feito.

leaf*

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Quase no fim...


Começava a habituar-me a esta vida mas as férias estão a acabar. Sinto-me a iniciar aquele período estranho em que, tendo ainda uns dias para aproveitar este doce-não-fazer-nada sinto uma leve tristeza pelo fim que se aproxima.

No entanto sinto vontade de voltar ao trabalho.

Sinto vontade de voltar e ao mesmo tempo uma desvontade de perder esta maravilha que é ter o tempo todo e apenas fazer o que quero com ele.

leaf*

terça-feira, 9 de agosto de 2011

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Vagos Open Air'11

Quanto maior é a diferença, maior é o preconceito. Mas também maior é a ignorância. E na verdade tudo se resume a uma questão de medo e de ignorância. Porque há padrões e há conformidade. Porque há rótulos e capas de revistas. Porque atacamos os outros para salvaguardar as nossas fraquezas.
Estes dois dias fizeram sentir-me orgulha: por aquilo que nunca foi, por aquilo que sempre acreditei e por aquilo que, conscientemente, ataquei. Fiquei orgulhosa por ver como os meus próprios olhos aquilo que quase ninguém quer acreditar, aquilo que é mais fácil julgar do que perceber.
Há, indubitavelmente, um mundo lá fora. Ninguém é fechado a esse mundo, contudo há quem não mereça entrar. Embora as pessoas não morram da ignorância, muitas delas vão morrer na ignorância. E a ignorância é todo o mundo delas.

Para o ano gostaria de voltar, Vagos.

domingo, 7 de agosto de 2011

Depois de visualizar atentamente os mais recentes jogos do Benfica, quero destacar os seguintes jogadores pelos mais variados motivos:






Mas o que quero mesmo mesmo destacar porque é: imprescindivel, básico, capital, essencial, fundamental, indispensável, obrigatório, substancial e vital é o Javi Garcia. Jogador eleito por mim o mais bonito do Plantel Encarnado pelo segundo ano consecutivo.




leaf*

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

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O seu a seu dono.

As coisas são o que são. Um gosto muito de ti será sempre um gosto muito de ti independentemente da intencionalidade que quem o recebe lhe coloca. Um cala-te será sempre cala-te independentemente da intencionalidade que quem o proferiu lhe queria dar. As palavras têm um significado concreto. Vêm no dicionário, está lá tudo explicado. Poderíamos ler as coisas assim utilizando a definição que vem no dicionário, facilitava as coisas. Facilitava tanto. Mas seria tão pouco, ficaria tão aquém da verdade que as palavras encerram. Então um gosto muito de ti, depende de quem o pronuncia, de quem o ouve, do momento, da frequência dos sentires, etc.. Um cala-te, depende do tom, da maneira, do olhar, do momento, do que aconteceu antes, do que acontece depois, e de tantas outras coisas. A maravilha é que este mundo da interpretação é gigantesco. O fantástico é que há momentos em que não há diferença de interpretação entre as pessoas e aí o entendimento é perfeito. Quase perfeito.


Na verdade qual a importância de ficar constipada, se naquele momento tive a certeza que estava a falar com uma Pessoa Admiravelmente bonita e verdadeira? Nenhuma.

leaf*


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

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Vida

Às vezes não é a simples preguiça de escrever, nem sempre é a falta de tema. É mais aperceber-me que os paradigmas mudaram, que as realidades talvez nunca foram realidades. É mais um andar à deriva, ir com a maré. É saber o que resta, o que sempre houve. É desmontar os legos e descobrir novas formas.

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