segunda-feira, 29 de outubro de 2012

e EU também não percebi...


As mulheres não percebem. Olhar para o humor e perceber que realmente não percebo muita coisa. Não sei se é por ser mulher, se é por não ser homem, se é por ser eu. A realidade é que não percebo e uma peça de teatro que tinha tudo para me fazer rir muito, fez-me rir pouco.

Não fui ver a peça ao Tivoli, fui mesmo a um Teatro bem mais perto de mim.

Leaf*

"Alguém"

Alguém diz que "cada vez mais acredita que as dores são psicológicas". Esse alguém é convicto disso, excepto quando é esse mesmo alguém a ter dores.

Não deixa de ser engraçado.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Das coisas

Giro giro é ter soluços no comboio. É uma boa experiência, sim.

domingo, 14 de outubro de 2012

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

domingo, 7 de outubro de 2012

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Coisas de um fim de semana-demasiado-grande

Este foi o ultimo fim-de-semana prolongado do ano. Para mim foi um fim-de-semana-demasiado-grande. Descansei muito do trabalho, mas não da 'escola' pois passei 8horas a estudar.
 
Nos intervalos acabei os dois livros que tinha pendentes:

 
Um livro de poesia teatral, claro que não sei se este género literário existe. Gostei, mas...
 


Aqui está um livro que me prendeu do inicio ao fim. Retrata várias gerações de mulheres de uma mesma família, os seus silêncios e as suas lutas de coragem. Um período fascinante da história da Bolívia e a luta sempre repetida de classes. É tão bom quando um livro me prende palavra após palavra.
 
 
Para descansar entre o estudo e a leitura, vi dois filmes da treta, mas nada como emocionar-me com lições simples, fáceis e divertidas.



leaf*

Barra da Tijuca

 
A descoberta de hoje. Era bem capaz de me encantar por esta letra todos os dias. Dia após dia.
 
 
leaf*

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

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Tretas




Vamos ter uma conversa de pé de orelha.

Vamos devagarinho. O país está em crise e a maioria de nós faz contas pra viver. Contas essas que vão ficar mais complicadas depois da entrada em vigor das anunciadas novas medidas de austeridade. Sendo assim pergunto-me:


- não podiam ter reunido em Belém? Oh, claro que não que a casa não é vossa.

- não podiam ter reunido numa das salas da Assembleia? Oh, obviamente que não pois aquele lugar é frio.

- não podiam ter reunido numa das sedes dos referidos partidos? Oh, não teria graça nenhuma.

- (...)


Na verdade nada melhor que ostentar riqueza e reunir no hotel Tivoli.


O acto em si é pouco relevante. O que é relevante é esta capacidade de gastar a pensar que o dinheiro não sai dos bolsos de quem ainda tem trabalho e ganha o salário mínimo nacional ou pouco mais. Na qualidade de dona de tudo isto esta falta de respeito revolta-me.

Revolta-me a atitude em si e, se algum dos presentes na reunião vier cá responder-me que o hotel ofereceu a dita sala para a dita reunião, vou dizer-lhe para enfiar a informação no cú. O que me revolta é o gesto, o custo é-me irrelevante.


leaf*

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

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Golias

Este pequenito,


já está transformado nisto:



Poucos meses separam as fotos, mas nunca pensei que ele crescesse tão rápido. Foi, sem dúvida, a melhor "aquisição" para a casa, apesar das flores arrancadas, das minhas sapatilhas roídas, dos pêlos que deixa pela casa.

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A importância das atitudes

Ouvi a noticia que a escritora Maria Teresa Horta se recusou receber o Prémio D. Dinis pelas mãos do primeiro ministro Passos Coelho e, tive a certeza que é urgente incluir na lista de leituras próximas o romance que lhe valeu o dito prémio ("As Luzes de Leonor").

No momento actual e não sendo propositado, certamente não existe melhor publicidade que a atitude tomada pela Escritora.

leaf*

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

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Simples demais e fez valer o meu dia. Recebi hoje um embrulho das mãos de um Senhor que admiro muito. Este Senhor sobre quem escrevo tem idade para ser meu avô, mas não o é. No entanto tenho uma enorme estima por Ele.
 
Dentro da caixinha tinha uma coisa simples: que me fez rir de felicidade; que me fez sorrir de Amizade; que me fez olhar de ternura e que me fez dar um abraço ao Senhor como se de um avô meu se tratasse.
 
 


leaf*

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

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Serra da Freita

Acho que nunca tive tanto medo de ficar "arremessada" num quanto qualquer como hoje. Nossas excelências, aventureiros que somos, decidimos andar por trilhos, cheios de pedras, ora a subir ora a descer para ver uma cascata que, no final, só vimos mesmo ao longe.

As minhas pernas tremia, o meu coração acelerado do medo e do cansaço, eu com chinelas de dedo e o meu camarada de caminhada nem por mim esperava.

Acho que nunca fiquei tão contente como hoje por voltar a casa, sã e salva.

Meninas

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